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domingo, 31 de agosto de 2014

Clos Mogador 2010


Característica diferenciadora: Sumptuosidade

Preço: 60€

Onde: El Corte Inglés

Nota pessoal: 18.5


Comentário:  Clos Mogador é "só", um dos melhores vinhos que se produz em Espanha... velho conhecido, só não costumo estar mais com ele pois a sua companhia sai muito cara... ou melhor, custa muito dinheiro...mas é sempre um prazer!
Como excelente vinho que é, acompanhou-nos para um excelente jantar de amigos, e serve apenas para prova "ao de leve"... 
Pareceu-me ser de perfil diferente dos de 03, 06 e 07 que tive a felicidade de provar nos últimos anos... mais subtil e a precisar de cave.
Cor tingida de negro violáceo...Cheiro de fruta escura, muito especiado, fumado e  tinta da china. Na prova de boca é denso, opulento, e com taninos de felino: afiadíssimos.
Quando repousa um pouco no copo, circunstância pouco comum, pois é daqueles vinhos que tende a desaparecer rapidamente dos copos, os aromas da infância das canetas Molin evidenciam-se. 
Secura e delicadeza, muita finesse, e taninos particularmente aguçados... e não deu tempo para muito mais, pois neste magnífico jantar as outras garrafas também gritavam por nós e a conversa era muito boa!
Mas havemos de nos voltar a encontrar! Para já, a breve nota para a memória... e quem queira comprar um excelente vinho e gastar 60€, é ir ao Gourmet do El Corte Inglés e seguramente faz uma excelente surpresa.

Provador: Mr. Wolf

domingo, 1 de junho de 2014

Marques de Griñon Caliza 2007 Syrah & Petit Verdot

Característica diferenciadora: Vadepusa, Vino de Pago... e muita frescura.

Preço: ?

Onde: Garrafeiras especializadas... provavelmente e-stores

Nota pessoal: 17


Comentário:  Garrafa provada num jantar gentilmente oferecida por um dos convivas. Completamente desconhecida para mim, quer o Domínio de Valpedusa, quer o Pagos de Marquês de Griñon.
Rolha impecável, cor e nariz do vinho irrepreensíveis, Grenat escuro, opaco e com aromas de fruta doce temperada com aromas minerais, de pedra e especiado. Pudera... Petit Verdot e Syrah. Blend curioso... investigado o vinho compreendi que estas castas foram plantadas no final do século passado por influência do então consultor Michel Rolland. Compreende-se que é uma casa que investiu na melhoria dos seus vinhos...

Eu não sei como estes vinhos eram antes... mas este é muito bom. Extremamente elegante, cremoso e fresco na boca, sem cansar nada, apesar dos 7 anos de idade e das castas que poderiam tender a tornar-se mais "redondas"... mas não.
Bom carácter, taninos muito bem integrados ainda, mais mineral que com acidez presente, mas muito bom.

Provador: Mr. Wolf

Pesquera Tinto 2011


Característica diferenciadora: Concentração


Preço: 16€

Onde: Distribuição em geral, garrafeiras especializadas (El Corte Inglés por exemplo)

Nota pessoal: 17

Comentário:  Pesquera... Ícone de Espanha. 
Clássico, sinal sempre de qualidade. Esta garrafa em particular comprei na Alemanha em trânsito para Portugal.

Cor grenat, opaco, escuro... lustroso.
Aroma de frescura, muita ameixa, muita fruta esmagada e madura. 
Novo ainda, a emanar aromas crus, vigorosos... mas cheira a vinho e do bom. Prova-se e evidenciam-se os taninos bem espigados. 
É um bom vinho, embora um pouco unidireccional. What you see is what you get.
Final persistente, embora o vinho precise mais tempo em garrafa. A guardar à confiança. 
Aberta a garrafa com um pouco de vinho ainda, passados uns dias manifesta-se ainda repleto de aromas. Excelente sinal.
Boa relação preço qualidade. 
Vinho para comida de tacho e para guardar à vontade anos em cave...

Vale a pena experimentar, para quem não conhece? Vale, pois é um excelente representante do bom vinho que se faz na Ribera del Duero, a um preço bastante justo para a qualidade que tem.

É melhor que os nossos vinhos do Douro? É um perfil diferente que eu pessoalmente aprecio.

Provador: Mr. Wolf

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Cune Imperial Gran Reserva 2005


Característica diferenciadora: Finesse, classe e muita elegância.

Preço: 28€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18

Comentário:  A Companhia Vinícola do Norte de Espanha nasceu  no Século XIX e mantém-se em actividade, dirigida ainda por descendentes familiares, pelo que dispensa comentários em relação a responsabilidades de tradição, qualidade e compromisso. O facto de se manter no mercado é garante disso mesmo e com distinção, diria eu.

Eu confesso que não conhecia este vinho. 

Conheci-o (bem) porque fui um dos consumidores naif que achei que conseguia encontrar umas garrafas de 2004 alguns minutos depois de ter sido comunicado a quem subscreve a WS o prémio de 1º lugar na competição do Top 100 dos vinhos mais excitantes do ano. Para perceber melhor que competição é esta, consultar http://2013.top100.winespectator.com/.

Distinguido o de 2004, rapidamente encomendei, em Londres 5 garrafas... comprei, paguei e fiquei à espera. Curiosamente, afinal não foi possível receber as garrafas. Durou 6 dias de tensos emails e hoje um telefonema do CEO da empresa a explicar-me a situação. De todas as formas, obrigado Tim Francis pela forma esclarecida como explicou o que se passou. 
Infelizmente não se resolveu, mas demonstrou carácter e compromisso com os clientes por parte da empresa de e-commerce Inglesa. Como em paralelo tive a felicidade de estar durante 3 dias em Madrid ao longo desta semana, compreendi que as dificuldades sentidas em Londres, originam-se na mentalidade pouco íntegra da cadeia de distribuição que subitamente deixou de disponibilizar o vinho. E acreditem que contactei os mais destacados estabelecimentos de retalho de Madrid. 

Compreendi também que o de 2005 compra-se, por menos de 30€ em qualquer boa loja de vinhos ou mesmo na Lavinia do Terminal 2 de Barajas... Feito!

Prova-se o de 2005 e se tiver paciência e o vinho for de facto bom, encontra-se forma de falar com alguém responsável da CVNE e perceber se é esta a mensagem que se pretende passar ao mercado fora de Espanha.

Feita esta introdução, abre-se a garrafa com um mixed-feelings de entusiasmo com alguma frustração e jorra-se no copo. A cor promete. Poucos vinhos de 2005 conseguem uma tonalidade tão escura e ao mesmo tempo translúcida como este vinho tem.
Os aromas reforçam que é um vinho de eleição... robusto em aromas especiados, misturados com notas de madeira de cedro, muito tabaco e algum rebuçado. Todos estes aromas apresentam-se de forma extremamente subtil, harmoniosa e delicada.

Prova de boca arrebatadora. É um excelente vinho para qualquer enófilo do mundo. Entrada na boca assertiva, com acidez secundária a sensações de doçura, licor... mas de equilibrio e balanço extraordinário. Todo o vinho é clássico. Respira classe. Fino e muito elegante, mas muito intenso ao longo da prova de boca toda com um final igualmente delicado mas muito, muito longo.
Confesso que me surpreende como é que um perfil destes ganha um prémio da WS (acreditando nas informações que recolhi em Madrid de que o perfil de 05 é bastante semelhante ao premiado de 04), cujo enfoque, sem sentido pejorativo, normalmente é de graus de intensidade e exuberância mais vincados.

Muita, muita elegância e qualidade, com proporções muito equitativas de fruta vermelha ténue, com notas aromáticas frescas ao mesmo tempo com profundidade de madeira e aromas coloniais... cânfora, cera, madeira com tempo e história.

É um vinho de muito respeito. Vai fazer parte seguramente da minha garrafeira. Recomendo que provem se puderem - confesso que não sei se o El Corte Inglés em Portugal tem - mesmo que não seja o de 2004.

Produzido com 85% Tempranillo, 5% Mazuelo e 10% Graciano, 24 meses no mínimo de barrica e alguns anos de estágio em garrafa antes de sair para o mercado. Não é para todos e nem sai sempre bem. Este saiu.

Provador: Mr. Wolf

sábado, 7 de setembro de 2013

Roda Reserva 2007


Característica diferenciadora: Elegância.


Preço: 30€

Onde: Garrafeiras especializadas. 

Nota pessoal: 17.5

Comentário:  De Espanha podem não vir bons ventos, mas há seguramente bons vinhos. Há que prová-los e ir conhecendo. E é desta forma que resolvemos servir num jantar este Roda Reserva de 2007.
89% Tempranillo ( a "nossa" Tinta Roriz), 8% Garnacha e 3% Graciano, com fermentação em barrica e estágio de 16 meses em barrica e 20 meses em garrafa.

Rubi muito escuro e opaco. Para 6 anos, a densidade cromática é surpreendente.
Aromas iniciais de carne fumada. Aromas muito ligeiros de fruta encarnada, mas é no fumado e especiaria que encontra o seu carácter principal.
Prova de boca muito boa. Equilíbrio geral, muito cremoso e especiado. Algum cravinho na língua e essencialmente um final que se destaca pela persistência.
É um clássico. Não impressiona os sentidos pela exuberância de aromas ou expressividade de acidez, fruta ou taninos, mas sim, satisfaz muito pela facilidade com que se bebe e pela cremosidade que tem.
Paladar muito "colonial", com semelhanças a café moído e ligeiro cacau.

Bom vinho e fácil de encontrar, nos free shops, por exemplo.


Provador: Mr. Wolf







domingo, 23 de junho de 2013

El Puntido 2009


Característica diferenciadora: Exuberância

Preço: 35€

Onde: Garrafeiras especializadas (Lavinia)

Nota pessoal: 18

Comentário: Provado há muitos anos... salvo erro o de 2003 ou 2004, encontrei de novo este rótulo numa garrafeira em Espanha. 
Tinha grandes memórias deste vinho. 100% tempranillo, muito vigoroso... dos primeiros Rioja que provei .

Opaco e negro. Ligeira cor violeta escura na auréola. Muito "lustroso".
Nariz de barrica muito vigorosa, apesar de manifestar muita qualidade... quase que a fazer lembrar à Vale Meão.

Excelente prova de boca, bastante elegante e com muita fruta madura, estilo ameixas, abrunhos. Ligeiras notas de caixa de tabaco.
Mantém ainda um carácter vincado na acidez, mas já muito bem para se beber. A tónica aromática de madeira é constante na prova toda... mas está excelente para beber já. A expressão aromática de madeira, não é  defeito... é feitio.

Provador: Mr. Wolf 




sábado, 8 de junho de 2013

El Titán del Bendito 2009


Característica diferenciadora: Potência e elegância

Preço: 38€

Onde: Garrafeiras especializadas (Lavinia)

Nota pessoal: 17.5


Comentário: Para começar...para começar, esta garrafa veio de Madrid num sortido para provar o que se anda a fazer na parte Este da Península Ibérica.
Proveniente de encepamento em Pé Franco em vinhas velhas de Tinta de Toro (Tempranillo... ou Tinta Roriz) em Pago de lá Jara... 20 meses de barrica... muitas homenagens e popularidade...vamos  prová-lo.

Cor púrpura vivo. Elevada opacidade, mas brilhante.
Aromas potentes... Terra. Pólvora, sim, pólvora seca.
Mofo, humidade. Muita persistência aromática... sem ser muito invasivo nos aromas, são esclarecidos.
Fruta secundaria... Barrica? Depois de 20 meses... Nem vê-la! Como convém... Fez o seu (bom) trabalho e "pisgou-se".
Se tivesse que eleger uma fruta a manifestar-se, seria cereja.

Na boca é muito potente.
Duro, sem vontade de brincar nem de agradar, dos frios 15 graus com que foi para os copos... Surge muito pouco amistoso. Bem vestido... Mas pouco simpático.

Decanta-se.
Espera-se... Ganha aromas mais frutados.
Muita cereja, ligeiro iogurte, sem exageros lácteos.
Na boca nota-se agora a presença de madeira, mais "abaunilhada" e seca... Taninos muito bem integrados, mas ainda por domar.
Licoroso, guloso e falsamente "magro". É cedo para ser bebido, embora já impressione.
Rebuçado... De cereja.

É um vinho que impressiona e muito bem feito... mas também muito "novo Mundo". Está claramente à procura do seu equilíbrio. Quando o atingir, será um grande vinho. A dar melhor prova seguramente depois de 2015.

Provador: Mr. Wolf 


domingo, 21 de abril de 2013

Dominio de Atauta 2008



Característica diferenciadora: Elegância e acidez

Preço: 25€

Onde: Garrafeiras especializadas (Lavinia em Espanha)

Nota pessoal: 17,5-18

Comentário: 100% Tinto Fino! Ou Tempranillo... ou Aragonês no Alentejo... ou Tinta Roriz no Douro.
Mas 100% desta casta, pelo menos em Portugal é pouco comum.
Curioso por ver como se comportaria um monovarietal na realidade das provas que tenho efectuado.

Preto! Vigorosamente negro e lustroso. Literalmente brilhante.
Na prova de boca é imediata a fantástica e evidente acidez que tem. E é na acidez que encontra o seu melhor. Acidez e "ante-maturação". É diferente por isso. Aliás, o vinho é muito diferente. Muito estruturado e complexo, mas fino ao mesmo tempo.
Tem fruta esmagada, estilo azeitona verde.
(...) suspiro. E tempo...
Respira e cresce muito. Mas é sempre unilateral. Vincado na personalidade. Vinho de convicção, seguramente.
Pela delicadeza e concentração parecem-me vinhas muito velhas, mas pode ser um grande disparate. Mas a verdade, é que goste-se ou não, tem uma textura e concentração acima da média. E diferente.
Não prima pelo equilíbrio de sensações que provoca, pouco balanceado, no entanto é elegante por paradoxal que pareça.
Ligeiras notas de cacau, com muita elegância.
Licoroso e sempre com o registo de acidez com bastante personalidade. Imagino que tenha vinhas com exposição mais fresca.
É um grande vinho pela prova vigorosa sem perder a elegância e pelo final muito longo.
Obrigatório, mesmo, comprar mais, provar outra e guardar.
Muito bom.

Provador: Mr. Wolf 






quarta-feira, 18 de abril de 2012

Vinã Esmeralda 2010

Preço: 5€
Onde: Ditribuição em geral
Nota pessoal: 15,5

Comentário: Nariz muito, muito exuberante. Adocicado e tropical. Amarelo palha, leve. Boca muito vincada com fruta e acidez a precisar de tempo. Deixado na garrafa de um dia para o outro melhora bastante. Doce, com a Gewurztraminer, apesar de só 15% estar no lote a evidenciar-se com acidez citrica e tropical e os restantes 85% de Moscatél de Alejandria (semelhante ao Moscatél de Setúbal) a contribuirem para o doce do vinho.  Vinho interessante para prova, mas muito exuberante.

Provador: Mr. Wolf

sábado, 11 de setembro de 2010

Clos Mogador 2006 e 2007



Região: Priorat

Castas: 35% Garnacha, 35% Cabernet Sauvignon, 20% Syrah, 10% Cariñena

Produtor: Rene Barbier.

Álcool: 14,5 %

Enólogo: René Barbier

Notas de Prova: Pronto... depois há isto. Potência, concentração, profundidade... é um vinho único, e dos melhores espanhóis que já provei. O de 2006 está bom para beber... o de 2007 necessita de cave. Mas são dois colossos. Muito bom. Caros, mas muito bons.

Provador: Mr Wolf

Classificação Pessoal: 18,5

Valor: 62€

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mas Perinet 2005


Região: Espanha - Priorat

Castas: Mazuela, Garnacha, Syrah e outras

Produtor: Mas Perinet S.L.

Álcool: 14,5%

Enólogo: ?

Notas de Prova: Cor rubi ligeiramente escura. Nariz quente. Tabaco, fumo, misterioso. Na boca é muito curioso. Primeiro adocicado e depois verde e vegetal. Muitos pormenores. Muito aroma terciário... fruta e madeira muito discreta. Bom vinho.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17

Valor: 23€

Akyles 2006


Região: Espanha - Priorat

Castas: ?

Produtor: Joseph e Silvia Puig

Álcool: 14,5%

Enólogo: ?

Notas de Prova: É raro beber um vinho do Priorat mau... este não foge à regra. Corpo, fruta e equilibrio. Boa relação preço qualidade. Diferente dos nossos Douros, mas no entanto o mais parecido que temos é o Douro. Não tem tanta acidez e dá-me ideia que usa mais Syrah e/ou Cabernet. Mas o vinho é uma boa alternativa, de qualidade, para conhecer além do vinho Português.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: 18€

domingo, 3 de janeiro de 2010

Abadia Retuerta Selección Especial 2006


Região: Espanha

Castas: Tempranillo, Merlot e Cabernet

Produtor: Bodegas Abadia Retuerta

Álcool: 14%

Enólogo: Angel Anocíbar

Notas de Prova: Encarnado cintilante. Cheira a “nosso” Douro. Muito parecido, apesar das castas não serem 100% comuns com as que utilizamos maioritariamente no Douro, a vinhos do Douro Superior. Na boca é um vinho com acidez notável, alguma frescura e taninos presentes. É um bom vinho que me parece aguentar bem em cave. Fruta encarnada e alguma madeira.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: 24€

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Scala Dei 2006


Região: Priorat

Castas: ?

Produtor: La Conreria de Scala Dei

Álcool: 14,5%

Enólogo: nd

Notas de Prova: Côr púrpura. É claramente um vinho que necessita de respirar. Mentolado o nariz. Picante e especiado. Boca com corpo. Carácter e força mas polimento qb. Bom vinho.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17,5

Valor: 20€

sábado, 14 de novembro de 2009

Viñas Del Vero


Região: Somontano

Castas: Merlot

Produtor: El Ariño

Álcool: 14%

Enólogo: na

Notas de Prova: Mais uma prova de que os Espanhois fazem vinho muito bom. Notas de cacao, ginja madura e …casca de sobreiro (é isso mesmo!!!).Para quem não é adepto de monocastas aqui está um bom teste.

Provador: Mr Frodo

Classificação Pessoal: 17

Valor: 18€

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

De Puta Madre 2007







Região: Castilla y Leon (Espanha)

Castas: Verdejo

Produtor: Bodega Jacques & François Lurton

Álcool: 15,5%

Enólogo: - na

Notas de Prova: Vinho muito interessante e diferente. Com um açúcar residual de 20 g/l este vinho é elaborado a partir de uvas de colheita tardia, sem podridão. Fermenta em barricas de carvalho françês a baixa temperatura e estagia "sur-lie" durante 24 meses.


No aroma tem as notas tropicais da casta, mas com um toque de mel e tosta. Na boca é muito intenso, amanteigado e com um final de boca muito persistente, e surpreendentemente fresco.




Provador: Kopodtinto



Classificação Pessoal: 16,5

Valor: 35-40€





Observações: Um vinho que pretende resgatar as antigas formas de vinificação na região de Rueda - Castilla y Leon, onde o calor excessivo do verão originava uvas muito maduras e vinhos com elevado teor de açúcar residual.


A casa Lurton, hoje presente em várias regiões de diversos países (França, Espanha, Chile, Argentina e Portugal) surpreende-nos com este vinho com um nome que evoca o espanto que surgiu na adega (bodega), quando um dos enólogos sugeriu fazer um vinho assim e todos o provaram...