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domingo, 3 de junho de 2012

Casa Ferreirinha Reserva 1992

Característica diferenciadora: Longevidade e frescura
Preço: 50€

Onde: Garrafeiras especializadas
Nota pessoal: 18

Comentário: Sem dúvida dos melhores, senão o melhor, Reserva Ferreirinha que já provei. Cor ainda escura, laivos acastanhados, mas reflexos rubi. Nariz característico Ferreirinha. Vegetal, herbáceo. Fruta delicadíssima na boca ainda, de cereja, vermelha. Profundidade e acidez, fresco. Final longuíssimo, com secura ligeira no final. Acidez ainda para dar e vender. Um luxo. Estlio e carácter inconfundível. Excelente. É daqueles que parece que a garrafa é muito mais pequena. Excelente.

Provador: Mr. Wolf



quarta-feira, 18 de abril de 2012

Fonseca Vintage Port 1985

Característica diferenciadora: Juventude e elegância
Preço: 120€
Onde: garrafeiras especializadas
Nota pessoal: 18,5

Comentário: Nariz de café e tabaco. Cor rubi escura, limpíssima. Denso ainda, opaco com laivos mais claros mas nunca a denunciar os 27 anos que já soma. Nariz evolui muito para picante, pimenta. Chillis frescos. Especiado.
Na boca, impressionante. Muito elegante, cheio de acidez polidíssima e jovem, muito jovem. Nada está em demasia. Não é doce. É muito, muito fresco. Fantástico Vintage.

Provador: Mr. Wolf

sábado, 14 de abril de 2012

Quinta do Noval 2007

Característica diferenciadora: Concentração
Preço: 60€
Onde: garrafeiras especializadas
Nota pessoal: 18,5

Comentário: Bom... depois de acabar com as de 2004 da minha garrafeira e da garrafeira dos amigos, estimuado pela experiência resolvi experimentar este num restaurante que costumo frequentar...confesso que achava que o de 2004 tinha sido excepcionalmente bom, visto que os Touriga Nacional de 2005 que sairam depois, confesso que não me impressionaram em nada... e pedi este...e enfim, deslumbrante outra vez.

Pesado no copo como o de 2004. Púrpura. Dá vontade de investigar se há tecido de fazendas para fazer fatos daquela cor, tal é a beleza da cor. Pelo menos uma gravata...uma gravata cor de Noval de 2007. Se calhar vendia.
Aromas de fruta muito densa. Figos acabados de abrir, não secos e muita, muita fruta lá bem ao fundo... porque ao mesmo tempo tem vegetal, ervas.
Madeira deve existir... mas deve-se ter divertido tanto com este vinho que se misturarm cromossomaticamente... ataca-se a boca com o copo... a medo, porque é daqueles em que tenho medo de deixar cair o copo de estupefacção à medida que o saboreio.

Seda e veludo ao mesmo tempo. Parece que a boca fica com uma volumetria 5 vezes maior e que descobrimos sensações dentro da boca que eventualmente só tinha acontecido algo semelhante, quando éramos muito mais novos e "abusavamos" de marijuana... aí, até parece que os dentes faziam aulas de ginástica com sprints e flexões. Mas aqui não há marijuana. É mesmo o vinho que delicadamente nos estimula as papilas gustativas. Muito, muito suave mas com uma persistência impressionante. É delicado e denso. É de facto um excelente vinho. O vinho cresce, mesmo sem ser decantado. Acidez muito boa e deixa muita marca na boca. Muito, muito bom. Marca a memória. Tenho de repetir.

Provador: Mr. Wolf

Quinta do Vale Meão 2003

Característica diferenciadora: Fruta e acidez apesar da idade
Preço: 50€
Onde: garrafeiras especializadas
Nota pessoal: 18,5

Comentário: Cor escura. Rubi. Nariz com aromas de café e algumas notas de álcool. Precisa de respirar. Forte. Não se evidencia pela elegância, embora não esteja desequilibrado. Muito boa acidez e notas de madeira ainda que ligeiras, bem marcadas. Parece-me que o vinho já não melhora em garrafa. Este vinho foi provado com Poeira e Vallado Reserva, e dos 3 é o que se apresenta mais diferente face à juventude, o que não é mau. Mas não tem nada a ver com os festivais de boa fruta e madeira que o Vale Meão nos costuma presentear em jovem.

Nota: vinho em prova conjunta com Poeira e Vale Meão, todos de 2003.

Vinhos de perfil muito semelhante, ao final de 8 anos. Nenhum se destacou apesar de algumas nuances.

Provador: Mr. Wolf

terça-feira, 10 de abril de 2012

Chryseia 2007

Característica diferenciadora: Complexidade e equilíbrio
Preço: 40€

Onde: garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18,5

Comentário:Vinho extraordinário. Cor ainda com brilho púrpura escuro. Opaco mas limpo. Aromas muito complexos e muito heterogéneos... à medida que respira saúda-nos com nuances aromáticas fascinantes... inicialmente quente, com nuances de cacau quente... tipo o resto do chocolate que ficava no fundo das canecas... delicado e muito sedutor.
Enfrenta a prova de boca com uma elegância desconcertante. Macio mas muito concentrado e intenso. Frutos vermelhos muito densos, tipo abrunhos. Especiado e picante. Final muito, muito longo. Mastiga-se o sabor que fica nas papilas gustativas. Impressionante.
A complexidade aromática evolui para frutos secos... nozes e volta o ligeiro cacau... como se estivessemos perto duma cozinha onde se fizeram "brownies" de chocolate. Mais frutos secos.... e ligeiro caramelo. Sabem aquele cheiro do fundo do tacho onde se faz caramelo? Aquele que queima ligeiramente? É esse aroma. Na boca continua muito bom e mostra a acidez que ainda tem, mas estava muito bem vestida e não se percebia... e no nariz dá-nos agora notas de floresta, depois de chover... ervas...
Vinho excepcional e ano excepcional. Dos melhores exemplares dum vinho do Douro magnífico.
Tinha provado no WPM de 2011 e voltei a provar agora este de 2007. Parece-me dos melhores anos de sempre de Chryseia.
Muito bom.
Recomendação: vinho muito sensível à temperatura. A complexidade aromática manifesta-se consoante a temperatura varia. Recomendo servir inicialmente a 15-16º, não decantar (opinião pessoal) mas utilizar copos que permitam arejar bem,  fechados em cima para captar os aromas. Quando o vinho sobe ligeiramente a temperatura e os (poucos) fenóis que tem se dissipam, é maravilhoso para os sentidos.
Provador: Mr. Wolf

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Quinta do Monte D´Oiro Syrah 2004 (Edição Guilda dos Amigos da QMO)

Característica diferenciadora: O melhor syrah português que já bebi

Preço: ?

Onde: QMO

Nota pessoal: 18,5

Comentário: Simplesmente especial. Pela garrafa, pela edição, pela expectativa... e porque ultrapassa de longe tudo o que se possa imaginar. Um vinho feito por um produtor que nos prendou com a arte de saber fazer bem como os melhores fazem, mas em Portugal.
Obrigado José Bento dos Santos por fazer o que faz, sem andar atrás de modas e desvarios de pulverizar os vinhos com aromas de madeira... e excessos de fruta para que todos gostem.
Este vinho é misterioso no nariz, corpo de veludo, mas do bom... não dessde veludo que se vê agora por aí...picante... especiado e duma textura que ainda não tinha provado em Portugal. Arte pura. Excelente.

Provador: Mr. Wolf

Quinta do Noval 2004

Característica diferenciadora: Densidade

Preço: 45€

Onde: garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18,5

Comentário: Provada uma em Fevereiro e outra em Março... as últimas duma caixa de 6 adquiridas na Garrafeira Nacional quando saiu o vinho. Este vinho é duma concentração ímpar. Nariz "doce", cor escura e limpa. Corpo denso. O vinho està ainda em grande forma. É acetinado na boca, com excelente acidez ainda e fruta delicada. Grande vinho.

Provador: Mr. Wolf

sábado, 11 de setembro de 2010

Clos Mogador 2006 e 2007



Região: Priorat

Castas: 35% Garnacha, 35% Cabernet Sauvignon, 20% Syrah, 10% Cariñena

Produtor: Rene Barbier.

Álcool: 14,5 %

Enólogo: René Barbier

Notas de Prova: Pronto... depois há isto. Potência, concentração, profundidade... é um vinho único, e dos melhores espanhóis que já provei. O de 2006 está bom para beber... o de 2007 necessita de cave. Mas são dois colossos. Muito bom. Caros, mas muito bons.

Provador: Mr Wolf

Classificação Pessoal: 18,5

Valor: 62€

domingo, 25 de abril de 2010

Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria 2003


Região: Beiras

Castas:

Produtor: Quinta de Foz de Arouce

Álcool: 14%

Enólogo: ?

Notas de Prova: Pronto... depois há isto...este vinho é excepcional! Potência na cor e nos aromas. Vivos os dois... rubi cintilante com ligeiríssimos laivos violeta. Depois é o aroma especiado, misterioso e delicado, sem fenóis!! Frutos vermelhos...maduros quanto baste. E a seguir na boca é dos vinhos mais elegantes e “aveludados” – perdoem-me o lugar comum – que alguma vez bebi. Um verdadeiro Príncipe.
Infelizmente deste ano já tenho muito poucas... de 2001, nenhuma. Já foram. Mas é um Baga – acho que é 100%, mas não estou certo se tem alguma Touriga Nacional ou não – diferente e é um vinho para qualquer mesa do mundo. Um verdadeiro tesouro. Obrigado Exmo. Conde Foz de Arouce, e respectiva família.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18,5

Valor: 40€

domingo, 3 de janeiro de 2010

Chateauneuf Du Pape - Domaine Du Pegau 2006 Cuvée Réservée

Região: França

Castas: Grenache e várias das 13 autorizadas no sul do Rhone...imagino eu.

Produtor: Domaine du Pegau

Álcool: 14%

Enólogo: ?

Notas de Prova: Bom… a rolha é uma rolha muito séria, ainda pouco tingida pelo vinho, de cor rosa claro. A cor do vinho é encarnado vivo de concentração mediana, translúcido e brilhante. No nariz o aroma é inicialmente vegetal, bosque, mofo, humidade, mas à medida que o colocamos a “dançar” no copo, surgem aromas de fruta encarnada. De facto diferente do que estamos habituados. Parecem cerejas esmagadas, morangos muito maduros. Na boca a situação complica-se... o vinho parece os nossos Bairradas bons... adstringente – ligeiramente - com uns taninos perfeitos – acho que é nesta dimensão que os nossos vinhos ainda têem de melhorar bastante – e uma acidez muito adequada também. O vinho entra muito bem na boca, duma elegância exemplar e com um sortido de sabores e sensações de fruta que impressionam. O vinho não é de todo exuberante, mas é nobre. Tem muita fruta, mas sem ser cansativa. Tem essência de fruta. Acho que bebi o vinho cedo e que a garrafeira o melhoraria bastante, mas não me contive. Foi recomendado com um bom exemplar de Chateauneuf du Pape , a um preço “comedido”, pelo que resolvi experimentar. Destaque só para os 93 pontos da Wine Spectator.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18

Valor: 60€

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Esporão 1º Prémio da Confraria dos Enófilos do Alentejo 2007


Região: Alentejo

Castas: Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Touriga Franca e Syrah

Produtor: Esporão

Álcool: 14,5%

Enólogo: David Baverstock

Notas de Prova: Bom... isto é um vinho muito sério e do melhor que se faz no Alentejo. A cor é encarnada escura, limpa e concentrada. O nariz é de fruta de muita qualidade e alguma madeira, mas sem excessos... tem um cheiro fresco e ligeiramente licorado. Na boca é um colosso... tem muita fruta sem ser muito madura, tem uns taninos firmes, um ligeiro adocicado que lhe fica muito bem, mas o que mais me impressionou foi o final, que é longuíssimo. Vinho excelente, vários patamares acima da média.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18

Valor: 40€

domingo, 13 de dezembro de 2009

Charme 2007


Região: Douro

Castas: Tinta rouriz , Tinta Franca e Outras

Produtor: Niepoort

Álcool: 13,5%

Enólogo: na

Notas de Prova: Cor clara, límpida, um rosa, avermelhado, grande nariz a fruta, morangos, muito fino, na boca surpreende, suave, e final elegante. Pessoalmente fiquei decepcionado, pois tinha uma ideia formulada para este vinho, totalmente diferente do que encontrei na garrafa. Não gostei pessoalmente, e não quero dizer com isto que não devam provar, pois acho que todos deveriam provar este charme pois é muito “diferente”, mas percebo que 60€ é um preço alto a pagar.

Provador: klassico

Classificação Pessoal: 16

Valor: 60€

Carrocel 2006


Região: Dão

Castas: Touriga Nacional

Produtor: Quinta da Pellada

Álcool: 13%

Enólogo: na

Notas de Prova: Muito escuro, intenso, profundo, cheio de graciosidade, macio e equilibrado, aroma balsâmico, elegante aroma a frutos vermelhos, madeira q.b, fino e cheio de personalidade, sem duvida um grande vinho.

Provador: klassico

Classificação Pessoal: 18

Valor: 49€

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Barca Velha 2000


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 13,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: Na linha do de 1999 mas mais rubi escuro e mais concentrado. Eu pessoalmente gostei mais deste do que do de 1999. Ligeira madeira, muita fruta, muito denso e concentrado. Excelente Barca Velha

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1999


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: Escuro. Pesado no copo. Fruta, de muita qualidade, no nariz. Muitos aromas ao mesmo tempo, e com concentração e treino acredito que se consegue destrinçar cada um deles... eu não!
Este vinho está num estilo diferente dos anteriores, mais “redondo”, mas quiçá também o estamos a beber muito cedo. Mas é extraordinário pela concentração, pela cor, pela prova de boca que depois de beber não acaba o seu sabor. O cheiro a Barca Velha está cá, mas mais atenuado pela fruta.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1995


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: O exemplo do que é Barca Velha na sua expressão máxima. Cor impenetrável, rubi, denso. Nariz cheio de especiaria, muito complexo, fruta, profundo, misterioso. Boca perfeita. Macio, persistente... enfim, foi discutível qual o melhor Barca Velha para beber nesta altura, e curiosamente o de 1995 reuniu mais adeptos.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1991


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: 1º Barca Velha da década de 90. Cor ainda escura. Fruta pisada. Corpo e acidez ainda presente, mas já a tender para a evolução. Está talvez no auge da idade adulta. Nariz Ferreirinha clássico.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18,5

Valor: 200€

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Barca Velha 1985


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco e Nicolau de Almeida

Notas de Prova: Último Barca Velha sob supervisão de Nicolau de Almeida que após 8 anos de trabalho em conjunto com Soares Franco, se reforma (em 1987).
Este de 85 em particular, mostra-se ainda com força, mas discreto. São 24 anos, imagino que os primeiros 20 cheios ainda de garra, mas agora é a complexidade e finura aromática que o destinguem. Limpo de nariz e cor, ainda rubi. Nariz de Barca Velha, com vegetal ainda e especiaria.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17,5

Valor: 200€

Barca Velha 1983


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco e Nicolau de Almeida

Notas de Prova: Nos anos 80, a adega do Meão já tinha sofrido uma primeira reestruturação, nomedamente a introdução de cubas de inox e um sistema de refrigeração para o controlo da temperatura durante a fermentação alcoólica.
Este de 83 em particular, apesar de limpo apresentava-se já com alguns tons cor de tijolo, muita elegância, fino, mas parece-nos ter passado já a sua forma pujante máxima, sendo que agora deverá evoluir com carácter, mas num estilo que oxalá se aproxime do de 66 que provámos. Nota-se o fio condutor de Barca Velha, desde os de 60 até agora. É o nariz e é a prova de boca que têem de facto algo de único.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17,5

Valor: 200€

Barca Velha 1966


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: Nicoulau de Almeida

Notas de Prova: Bom... este é de facto uma estrela “cadente”... a cor deste vinho é impressionante. O vinho tem 43 anos e tem cor bronze escura, reluzente!Apresenta-se com um brilho fora do normal. Vale a pena abrir estas garrafas só pelo simples facto de apreciar a nobre cor deste Barca Velha. No nariz ainda tem fruta, por incrível que pareça. Vinho extraordinário, numa forma exemplar. Boca ainda com alguma gordura e sem qualquer aroma ou paladar desadequado. Sabemos que esta garrafa sempre repousou numa adega, provavelmente poucos anos depois de sair para o mercado, o que seguramente contribuiu para a fantástica evolução deste vinho. Vinho marcante.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 200€