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domingo, 25 de agosto de 2013

Poeira 2005

Característica diferenciadora: Volúpia.

Preço: 30€

Onde: Garrafeiras especializadas... provavelmente particulares.

Nota pessoal: 18.5


Comentário: Cor violeta escura! Pronto... baralhamos as contas todas de quem prova às cegas uma vertical de Poeira e já achava ter bebido o de 2005!

Mas como a prova dever ser livre de preconceitos e expectativas... há que ignorar e provar relativizando o que se bebeu antes... especialmente após ter provado todos e rever as notas tiradas. O importante no vinho é apreciar... e fruir.

Voltando a este de 2005... o 3º vinho a ser provado.

Cor, já referido, pujantes laivos violetas... tipo muitos de 2009, estão a ver? Cheios normalmente de Touriga Nacional... Graças a Deus, este não tem esses aromas nem vestes.
Aromas de groselha fresca. Fruta, especiaria muito ténue e ligeiro mentolado também. A groselha, é estilo cristalizada mas com pouco açucar. Estão a ver a mistura de Bolo Rei, das cerejas, figos e groselhas? É mais ou menos isso...
Na boca, cheíssimo... como se ouvia antigamente... "muito adamado"... veludo, com textura que agarra literalmente as papilas gustativas.
Acidez e estrutura, envolta em muita fruta de muita qualidade, verde, fresca... Um hino ao Douro, sem maquilhagens, sem vestidos engomadíssimos de barrica... não, nada disso! Fruta, da boa, verde e fresca, mas de origem vermelha. Nada de sobrematurações, nada de açucar fácil... e a fim de 7 ou 8 anos, o melhor mostra-se.
Tenho pouca experiência em vinhos de "outros mundos", mas confesso que só em alguns Franceses encontro esta pujança sem estar revestida de barrica ou jovialidade da maturação da fruta... é textura, granularidade na língua e final ainda de muita suculência...

Muito, muito, muito, mas muito bom.

Provador: Mr. Wolf

Poeira 2004

Característica diferenciadora: Volume e aromas.

Preço: 30€

Onde: Garrafeiras especializadas... provavelmente particulares.

Nota pessoal: 18


Comentário: Última garrafa servida... sem sabermos o ano, naturalmente.
Escuro, denso e de opacidade evidente ainda... confusão, visto que eu acharia que o de 2005 já tinha sido provado (verifiquei depois que era o de 2003...).

Aromaticamente o que mais gostei.
Além das notas de fruta que normalmente acompanham o Poeira, sempre num registo mais de insinuação do que festivaleiro, este de 2004 apresentou-se com notas vegetais de erva seca e alguma grão de café que entusiasmam logo pela contradição. Claro que a fruta aparece em evidência também, a fazer lembrar o aroma dos rebuçados bola de neve, mas as notas vegetais e de grão de café tornaram a prova mais demorada.
Estrutura, fenomenal.
Parece acabado de sair do estágio em garrafa para o mercado.
Muito concentrado ainda, extremamente bem balanceado e com fruta no final de boca muito boa. Texturado e com muitos pormenores. Ligeira especiaria a picar a fruta.
Mais quente do que os outros provados.

Muito bom.

Provador: Mr. Wolf

Poeira 2003

Característica diferenciadora: Douro puro!

Preço: 30€

Onde: Garrafeiras especializadas... provavelmente particulares.

Nota pessoal: 18


Comentário:  2ª garrafa da prova vertical a ser provada às cegas.
Cor limpa, rubi e viva. Sabia que no máximo seria de 2005 pelo que imediatamente pensamos que impressiona a vivacidade da cor.
Aromas frescos, repletos de fruta estilo groselha, fina... profundidade aromatica secundária balsâmica. Esplendoroso aromaticamente, pujante na intensidade e clarividência de aromas.
Prova de boca fantástica.
Entrada no palato delicioso, sem excessos de nada, mas com tudo lá. Fruta vermelha estilo compota sem excessos de doçura. Madeira imperceptivel, a não ser para os mais atentos. Volume, leveza e acidez. Nada cansado, muito pelo contrário. Fora de modas, que é tão bom.
Errei no ano... era de 2003. Está para durar, fino e elegante, mais volumoso na estrutura e na vigorosa acidez que ainda tem sem que nunca marque a prova.

Muito, muito bom.


Poeira 2002

Característica diferenciadora: Poeira... de 2002. Chega?

Preço: 25€

Onde: Garrafeiras especializadas... provavelmente particulares.

Nota pessoal: 17.5


Comentário: Seguindo a ordem da prova desta prova vertical de 01-05... este foi o 4º vinho provado...
Distinto dos restantes,,. Bouquet extremamente elegante, com notas aromáticas de couro.
Sabendo (à posteriori) o ano, impressiona a cristalinidade que apresenta e o tom ainda escuro.
Relativamente discreto nos aromas, mesmo após as notas iniciais de couro desaparecerem, é na boca que se manifesta mais vivo.
Acidez ténue, ligeiras notas de rebuçado, mas como é apanágio da casa, extremamente fresco no final de boca. Cresce e muito. Mas ao fim ao cabo, como todos os Poeiras. Não se esperem vaidades de aromas de barrica nos copos, nem festivais de fruta, ou frenesim de tostas e caramelos... não, são vinhos para se apreciarem quando se bebem. Na prova, só os mais treinados.

Eu curiosamente, sempre apreciei muito o Poeira de 2002. Nesta prova, sem saber o ano, associei ao de 02 ou eventualmente 01.
No entanto, admito que relativamente aos outros anos, e apesar de ser o mais elegante deles todos, parece-me que é o que vai viver menos anos de saúde. Mas está impecável.

Provador: Mr. Wolf

Poeira 2001

Característica diferenciadora: Persistência e complexidade.

Preço: 30€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18


Comentário:  Ora bem... por onde começar? Talvez por explicar que em Junho desafiámos o restaurante ".come" em Alcabideche para ser o anfitrião duma "mini prova vertical" de Poeira... 2001 a 2005.
A prova foi "cega", naturalmente, no que diz respeito aos anos de colheita.

Sou um adepto confesso de Poeira. É de longe o vinho que ao longo dos anos mais me fidelizou no Douro. É coerente na qualidade sempre de excepção e no carácter fiel aos anos em que se produz, reflectindo na garrafa muitas das características climatéricas dos anos em questão. O resto, o terroir, está sempre lá. É sempre excelente e apresenta-se desde 2001 com uma estabilidade de preço de mercado de louvar. E os cerca de 30€ a que normalmente o podemos encontrar (podem-se encontrar variações para cima ou para baixo não superiores a 10%) são muito bem empregues.
Para resumir o meu apreço e admiração por este vinho, e por quem o produz, obviamente, se tivesse de levar 2 ou 3 vinhos para uma prova com enófilos de "mundos diferentes", que representassem o que é um vinho de topo Português, provavelmente este seria um dos dois ou três que não seriam Bairrada...

Voltando à prova... deitado no copo com preceito, imediatos aromas evidentes de azeitona, lagar... Cor a demonstrar evolução, com o rubi a esbater-se em laivos mais castanhos. Adequado no entanto para os 12 anos que já conta. Opacidade média e bastante limpo e cristalino.
Algum vegetal, muito tímido, a fazer lembrar cascas de pinheiro seco. Mas muito ligeiro.
Na prova de boca, impressiona o extremo equilíbrio que ainda mantém. Elegância e equilibrio entre acidez e fruta sempre foram imagem de marca do Poeira e mantém-se 12 anos depois.
Acidez ainda presente, notas de fruta secundária, estilo ginja, mas muito ténue.
Vivo ainda na sua persistência, mantendo muita frescura no final e deixando o palato limpo e aromático. O sprint final deste vinho é impressionante, pois ele cresce bastante e "aperfeiçoa-se" à medida que respira.
Prova de boca melhor que a análise aos aromas, que são discretos e conduzidos essencialmente em aromas de azeitona madura, cuja continuidade na prova de boca, manifestam-se, mas aqui muito secundários.
Frescura. Muita frescura.
Acredito que continuará a evoluir bem, mas recomenda-se ir bebendo as de 2001 pois estão perfeitas para consumo imediato.

Provador: Mr. Wolf

sábado, 16 de março de 2013

Luis Pato Quinta do Ribeirinho Baga Pé Franco 2005


Característica diferenciadora: Intensidade, elegância, classe...

Preço: 125€

Onde: Garrafeiras especializadas e alguns Auchan

Nota pessoal: 18,5


Comentário: Após o de 2003 estar em prova... já o de 2005 repousava num copo ao lado para cada um... cor ligeiramente mais viva que o de 2003 e a expectativa ao rubro. 
Aromas ligeiramente mais "gordos"... iogurte muito ligeiro. 
30 segundos depois...Mais "bairradino" no nariz. Aqui sente-se aroma vegetal marcado, com ligeira caruma de pinheiro. Curiosamente, muito ligeiras notas de cacau também.
Ataque de boca, antes que o coração cedesse tal devia ser a excitação, e outro monumento na prova de boca. Elegância para dar, vender, alugar... o que se quiser.
Muito suculento, denso e leve ao mesmo tempo, cheio de bouquet, tem uma dimensão e profundidade na prova de boca impressionante.
Muito concentrado e confitado... sem nunca ser pesado em nada.
Taninos e acidez para muitos anos, mas perfeitamente integrados no conjunto.
Harmonia é a palavra de ordem...muito mentolado e fresco, tem uma acidez desconcertante na forma como se alinha na perfeição com a fruta fina em perfeito estado de maturação... ou melhor, quase maturação, como se deixasse sempre antever que ainda vai ficar melhor. É um exemplo perfeito de less is more no campo das notas mais frutadas num vinho. Não chega a ter fruta em primeiro plano, mas está sempre presente nos sentidos. Muito, muito bom...

Estas garrafas pecam por serem muito pequenas...

Obrigado Luis Pato por produzir estes vinhos com tanto cuidado e dedicação.

Provador: Mr. Wolf 




Luis Pato Quinta do Ribeirinho Baga Pé Franco 2003



Característica diferenciadora: Intensidade, elegância, classe...

Preço: 125€


Onde: Garrafeiras especializadas e alguns Auchan

Nota pessoal: 18,5


Comentário: Os vinhos da Casa Luis Pato marcam o panorama de consumo de vinho em Portugal desde o século passado... esta expressão pode ser aplicada a pouco mais de uma dúzia de anos, mas não é o caso de Luis Pato. 
Luis Pato, que me recorde, desde os anos 80 que transformou e "modernizou" a percepção do consumidor de vinho sobre a casta Baga. 
E nestas garrafas que ostentam a denominação de Pé Franco, provavelmente a Baga manifesta-se da forma mais elegante que conheço. É como se antes de "sair de casa" fosse vestida pela Dior e perfumada pela Chanel. 
Bom, admiradores de Baga e das suas qualidades, eu e o Bruno chegámos à conclusão que nada mais inteligente para fazer rapidamente que juntar a minha de 2003 com a dele de 2005, num bom almoço com boa companhia, e bebê-las... se juntarmos ainda um Foz Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria 2007 que o Vasco trouxe, um Vintage Ramos Pinto 2004 e mais umas "brincadeiras", imaginam a tarde idílica que foi, não imaginam?

E assim foi... cuidadosamente abertas, lacre perfeitamente cortado, rolhas impecáveis, decantam-se cerca de 30 minutos antes de servir.

Cor no copo rubi ligeiramente translúcido. Muito limpo na cor. Aromas imediatos a perfumarem a mesa e arredores, muito colonial inicialmente, mobiliário velho, algum café... e muito, muito perfumado! Parecemos uns verdadeiros maluquinhos a provar este vinho, porque acho que umas duas vezes, peguei no copo com a clara atitude de quem vai beber para ver como harmoniza com o excelente assado que estávamos a degustar, apreciei os aromas com o copo aproximado do nariz, e pousei-o outra vez sem lhe tocar com os lábios... é verdade.

Mas aguenta-se pouco assim, por muito saciadores que sejam os aromas... e prova-se. E provado, é apenas o vinho mais acetinado que já provei.
Extremamente texturado, muito cheio na língua, cheio de pormenores e muito, muito persistente.
Mesmo na prova de boca, os aromas do vinho manifestam-se, recordando-me claramente um estádio diferente, e muito, da maioria dos vinhos que consumimos, do que é equilíbrio entre os aromas e a prova de boca. É este o exemplo. A prova de boca está claramente ligada e é uma extensão das notas aromáticas do vinho, e, o vinho em prova nunca permite que os aromas fiquem esquecidos... é talvez o melhor paradigma da expressão "pescadinha de rabo na boca" que conheço.
Provado e apreciado... finalmente surgem as notas de fruta, muito delicadas e a apresentarem uma secura inebriante que o vinho ainda tem. Ligeira cereja. Cereja do bolo-rei. Cristalizada.
Aromas constantes durante a prova, e à medida que vai respirando ganha uma dimensão de frescura impressionante. Sem ser evidentemente mentolado, manifesta-se mais fresco e balsâmico quando decantado há mais de 1 hora, sempre muito, muito, muito elegante.
A boca evolui de cetim para veludo...e com um final de recordar para sempre. E assim será, enquanto a saúde me permite guardar as boas memórias.

Espero repetir... esta é a 2ª de 2003 que provo... gostava de provar pelo menos meia dúzia!
Este vinho foi provado em conjunto com o de 2005.

Provador: Mr. Wolf 



domingo, 4 de novembro de 2012

Bétula 2011

Característica diferenciadora: Frescura

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 16,5

Comentário: Capítulo final da prova vertical... expectativa muito boa depois do de 2010. Cor semelhante. Aromas mais frutados, mais doce. Notas vegetais mais presentes como o de 2009.

Elegante na boca, mas falta evidentemente tempo de garrafa para que o vinho agarre mais.
O denominador comum destes vinhos brancos Bétula (2009, 2010 e 2011) é claramente o caminho seguido fora do mainstream, e ainda bem.

Vinhos com caractér muito próprio, expressão do que o ano proporcionou e o terroir marcou. Não há excessos de madeira, não há "roupas" tropicais. Há vinho feito sem dúvida com cuidado. E o resultado é bom.

Vinho difícil de encontrar na Distribuição, pelo que deverão encontrar em garrafeiras especializadas ao estilo do El Corte Inglés ou Garrafeira Nacional, imagino eu. Mas vale a pena experimentar. É um bom produto.

Provador: Mr. Wolf

Bétula 2010

Característica diferenciadora: Fruta e elegância

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17

Comentário: Na sequência natural da prova vertical de Bétula, abrimos a de 2010. Amarelo ligeiro. Semelhante ao de 2009. Pouco sinal de evolução e oxidação, o que é bom.
Nariz apontado ao copo, na expectativa de continuidade dos aromas vegetais, eis que surgem notas de fruta muito, muito elegante... aqui não reina a banalidade dos excessos de tropicalidade... nem de madeira... é fruta, mas diferente. Marmelo? Não, não é tão doce... maça cozida... pêra! Pêra, madura qb, é isso mesmo!.

Acidez muito bem na prova, sem se sobrepor à textura do vinho, mas a anunciar que está para durar em cave sem problema nenhum. Textura muito boa, sem excesso de fruta, mas com presença expressiva. Muito bom, muito bom mesmo. A comprar e guardar para servir com refeição especial.

Provador: Mr. Wolf

Bétula 2009

Característica diferenciadora: Vegetal

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 16

Comentário: Cor amarelo "palha" limpo. Leve, sem sinais de oxidação. Leve no copo.
Nariz com aromas muito vegetais, herbáceo. Notas de hortelã.
Na prova de boca é bastante elegante. Tudo é secundário, nada é evidente. Vinho muito interessante, "verde" sem ser ácido. Intenso. Interessante avaliar a evolução em cave mais uns 2 anos.

Vinho provado em prova vertical de 2009, 2010 e 2011.
Provador: Mr. Wolf

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Casal Figueira Vinhas Velhas 2008


Região: Estremadura

Castas: Vital

Produtor: António Carvalho

Álcool: 13,5%

Enólogo: António Carvalho

Notas de Prova: 2008 foi o ano de viragem nos vinhos de António Carvalho, após o terminar do projecto em A-dos-Cunhados, é apresentado um vinho produzido com a casta Vital proveniente de Vinhas Velhas. Este vinho é muito fresco, vegetal e guloso. È muito novo ainda, mas de certeza que irá ter um evoluir bastante positivo, pessoalmente irei guardar umas garrafas para ir degustando nos próximos anos

Provador: Sir.Bakus

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: 12€

Casal Figueira Tradition 2005


Região: Estremadura

Castas:

Produtor: António Carvalho

Álcool: 13,5%

Enólogo: António Carvalho

Notas de Prova: O Branco Tradition de 2005, é um vinho mais vegetal e citrino com madeira q.b. a formar um conjunto bastante agradável. Este foi um ano em que António Carvalho nos deliciou com belos vinhos.

Provador: Sir.Bakus

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: 17€

Casal Figueira Tradition 2002


Região: Estremadura

Castas:

Produtor: António Carvalho

Álcool: 13,5%

Enólogo: António Carvalho

Notas de Prova: Para mim este foi o melhor Branco Tradition desta prova, tem notas a tangerina, é redondo, guloso e tem de se mastigar. Não é um vinho fácil, pois primeiro estranha-se mas depois entranha-se, grande branco.

Provador: Sir.Bakus

Classificação Pessoal: 17

Valor: n.d.

Casal Figueira 1998


Região: Estremadura

Castas:

Produtor: António Carvalho

Álcool: 13,0%

Enólogo: António Carvalho

Notas de Prova: Tal como o de 1997, este de 1998 também apresenta uma cor dourada, está doce e predomina o mel. Enfim outro belo exemplar dos vinhos produzidos por António Carvalho com castas francesas.

Provador: Sir.Bakus

Classificação Pessoal: 16

Valor: n.d.

Casal Figueira 1997


Região: Estremadura

Castas:

Produtor: António Carvalho

Álcool: 13,0%

Enólogo: António Carvalho

Notas de Prova: Este é um vinho que já se encontra bastante doce,de cor dourada e no qual o mel predomina em abundância, no entanto ainda bastante agradavel para quem aprecia vinhos brancos velhos e convém não esquecer que se trata de uma colheita de 1997.

Provador: Sir.Bakus

Classificação Pessoal: 16

Valor: n.d.

Barca Velha 2000


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 13,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: Na linha do de 1999 mas mais rubi escuro e mais concentrado. Eu pessoalmente gostei mais deste do que do de 1999. Ligeira madeira, muita fruta, muito denso e concentrado. Excelente Barca Velha

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1999


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: Escuro. Pesado no copo. Fruta, de muita qualidade, no nariz. Muitos aromas ao mesmo tempo, e com concentração e treino acredito que se consegue destrinçar cada um deles... eu não!
Este vinho está num estilo diferente dos anteriores, mais “redondo”, mas quiçá também o estamos a beber muito cedo. Mas é extraordinário pela concentração, pela cor, pela prova de boca que depois de beber não acaba o seu sabor. O cheiro a Barca Velha está cá, mas mais atenuado pela fruta.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1995


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: Sogrape

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: O exemplo do que é Barca Velha na sua expressão máxima. Cor impenetrável, rubi, denso. Nariz cheio de especiaria, muito complexo, fruta, profundo, misterioso. Boca perfeita. Macio, persistente... enfim, foi discutível qual o melhor Barca Velha para beber nesta altura, e curiosamente o de 1995 reuniu mais adeptos.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 19,5

Valor: 150€

Barca Velha 1991


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: 1º Barca Velha da década de 90. Cor ainda escura. Fruta pisada. Corpo e acidez ainda presente, mas já a tender para a evolução. Está talvez no auge da idade adulta. Nariz Ferreirinha clássico.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18,5

Valor: 200€

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Barca Velha 1985


Região: Douro

Castas:
Cerca de 50% de Tinta Roriz, cerca de 40% de Touriga Nacional e Touriga Francesa e 10% são Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Amarela (in Barca Velha, Histórias de um Vinho, Fonseca, Ana Sofia, Dom Quixote, 2004)

Produtor: A.A.Ferreira

Álcool: 12,0%

Enólogo: José Maria Soares Franco e Nicolau de Almeida

Notas de Prova: Último Barca Velha sob supervisão de Nicolau de Almeida que após 8 anos de trabalho em conjunto com Soares Franco, se reforma (em 1987).
Este de 85 em particular, mostra-se ainda com força, mas discreto. São 24 anos, imagino que os primeiros 20 cheios ainda de garra, mas agora é a complexidade e finura aromática que o destinguem. Limpo de nariz e cor, ainda rubi. Nariz de Barca Velha, com vegetal ainda e especiaria.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17,5

Valor: 200€