
Característica diferenciadora: Chryseia. Chega?
Preço: 40€
Onde: Distribuição e garrafeiras especializadas
Nota pessoal: 18
Comentário: Levar areia para o deserto é uma expressão do povo que se pode utilizar para ajudar a visualizarem este jantar onde bebi esta garrafa... isso, ou ir a jogo com 2 ases na mão e virarem os outros 2 na mesa. Estão a ver a ideia? Pois...partilhei uma garrafa magnum de Vale Meão de 2002 numa mesa onde estavam para beber um branco do Dão de 1994... Porta dos Cavaleiros, Primus 2006, Mersault 2005, Pai Abel Chumbado 2011 (by the way...adorei!), Dado - o primeiro, de 2001 - Chryseia e Batuta de 2005, entre outros... ou seja, torna-se difícil falar sobre vinhos, tal é o palco de vedetas que estamos a assistir!
Isto para dizer o quê? Para dizer, porque foi de longe o que gostei mais, que só tive espaço mental para memorizar e focar-me no Chryseia. Ou isso, ou não falava com ninguém no jantar! E a conversa também faz falta.
Cor adequada para os 8 anos, ainda rubi escura e viva. Limpa. Opaco qb.
Nariz irritantemente sedutor. Digo irritante porque é doce e não aprecio tintos que se apresentam com aromas doces, excepção a alguns Alicante Bouschet muito pontuais... mas este Chryseia era manifestamente doce, mas é um doce diferente... é acompanhado de notas complexas e subtilmente minerais.
O que no aroma antecipa redundância na boca, pasme-se, manifesta-se volume, tendência para o equilíbrio perfeito de madeira, taninos e fruta... mas parece que só se evidenciam notas de cacau. Mentira!
Estilo muito peculiar no Douro, tem volatilidade de características nos anos em que é declarado.. Lembro-me de ter gostado muito do de 2001, 2005 e 2007. 2009 promete. Este, adorei.
Provador: Mr. Wolf Isto para dizer o quê? Para dizer, porque foi de longe o que gostei mais, que só tive espaço mental para memorizar e focar-me no Chryseia. Ou isso, ou não falava com ninguém no jantar! E a conversa também faz falta.
Cor adequada para os 8 anos, ainda rubi escura e viva. Limpa. Opaco qb.
Nariz irritantemente sedutor. Digo irritante porque é doce e não aprecio tintos que se apresentam com aromas doces, excepção a alguns Alicante Bouschet muito pontuais... mas este Chryseia era manifestamente doce, mas é um doce diferente... é acompanhado de notas complexas e subtilmente minerais.
O que no aroma antecipa redundância na boca, pasme-se, manifesta-se volume, tendência para o equilíbrio perfeito de madeira, taninos e fruta... mas parece que só se evidenciam notas de cacau. Mentira!
- Tem trabalho de barrica que só marcou o que tinha de marcar.
- Tem fruta preta, como se espremessemos na hora, sem apertar muito, 20% de cereja e 80% de abrunhos no perfeito estado de maturação. Sem apertar muito... para ficar só a essência da frutose.
Estilo muito peculiar no Douro, tem volatilidade de características nos anos em que é declarado.. Lembro-me de ter gostado muito do de 2001, 2005 e 2007. 2009 promete. Este, adorei.
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