Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta Mr Frodo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mr Frodo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 8 de dezembro de 2013

Quinta do Vale Meão 2008


Característica diferenciadora: Equilibrio e envolvência.


Preço: 55€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18.5


Comentário:  Quinta do Vale Meão é naturalmente sinal de qualidade e uma das bandeiras do vinho do Douro e de Portugal além fronteiras. É com satisfação que conseguimos ver a consistência das apreciações que a Wine Spectator atribui a este vinho Português, sabendo no entanto dar o devido valor a isso. Ou seja, é bom pelo reconhecimento além fronteiras, pela adequação ao perfil que o consumo da especialidade mundial aprecia e pelo retorno financeiro e de construção de marca - também da marca "Douro"- que significa.
Por isto tudo, são importantes os "galardões" das revistas internacionais. De resto, para nosso barómetro, não. Não precisamos ler a WS para quando pomos o nariz num copo de Vale Meão compreendamos logo que o vinho é extraordinário!
Passando então à prova deste de 2008!

Nariz com barrica expressiva de muita qualidade. É incontornável referir que de facto a barrica em que este vinho estagia acrescenta muito vigor aromático, sem se sobrepor no entanto ao vinho na prova de boca. Não é fácil.
Vinoso, marcado ligeiramente ainda pela barrica, emergem de seguida notas florais e cedro. O nariz é muito bom, muito expressivo e vincado. Não é propriamente "elegante" no nariz... mas como é bom, admite-se.
Boca muito elegante, muito fino e polido. Marcado por Touriga nacional, muito bem no entanto na boca. Eu não aprecio muito a expressão tradicional da Touriga Nacional... são mais as vezes que me enjoam do que as que me fazem desejar! No entanto, neste caso está no limite superior do tolerável e do floral.
Na minha opinião, dos melhores anos de Vale Meão.
Extremamente elegante, fruta estilo cereja sem estar muito madura, nada cansativo e ainda a crescer garrafa. Acidez presente e taninos moderados.
Final longo. Notas finais persistentes ainda "amendoadas"... mas faz parte do estilo Douro Superior, onde o Vale Meão é sem margem de dúvidas o melhor exemplar que podemos mostrar desse património tão importante para nós.

Excelente.

Provador: Mr. Wolf


Giorgio Primo La Massa 2007


Característica diferenciadora: Um "super Toscano" galardoado com 97 pontos na Wine Spectator por si parece-me que chega... mas tem muito mais!

Preço: 70€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18.5

Comentário:  Ora aqui está uma estreia nossa, tardia, num Super Toscano!
Começamos bem... vinho do momento em Itália no ano de 2009, consagrado pela pontuação distintiva da conhecida revista Wine Spectator... resolvemos abrir e provar depois da "poeira assentar", como se costuma dizer.
E é aqui que chegamos... e 2013 onde resolvemos provar no nosso encontro anual em Penacova, focados em vinhos essencialmente com 5 ou mais anos.

Nariz peculiar a assegurar continuidade à cor e espessura do vinho. Muito escuro ainda, sem grande vivacidade no rubi, mas destacado na viscosidade com que se agarra ao vidro do copo... quase que caramelizado na opacidade. 
Bomba aromática cheia de ervas secas, azeitona e uns fantásticos toques de rosmaninho. Impressionante o nariz. Impressiona pela diversidade e contraste. Pela intensidade de aromas mais terrosos e ao mesmo tempo frescura de erva aromática. Muito giro.

Boca assombrosa! Pujança, cremosidade e equilíbrio.

Falsa acidez escondida, taninos vigorosos mas envoltos em veludo. Muito, muito polidos e ao mesmo tempo vigorosos. 
Muito diferente do que se produz em Portugal. O que é bom, para os dois países.
Muito potente. Volumoso e opulento. Cala-nos pela "diplomacia" com que nos agarra.
Muito encorpado mas extremamente elegante. É na dinâmica de volume e profundidade com delicadeza e acetinado que o vinho sobressai.
Memorável e muito, muito bom.
Blend com Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, está para durar.

Provador: Mr. Wolf

domingo, 27 de janeiro de 2013

Quinta de Nápoles 2000


Característica diferenciadora: Longevidade

Preço: 20€


Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17


Comentário: 2000... ano de expectativas. Volver do século. Crescimento exponencial do número de rótulos no mercado, com particular incidência no Douro. 
Início de década muito promissora e alavancadora do que é a realidade de sucesso de muitos dos nossos vinhos no mundo. E a Niepoort foi sempre um dos principais motores e orientadores desta acção. 
Sou um confesso apreciador destes vinhos, com especial destaque para o Redoma que normalmente é um excelente vinho, cromossomaticamente registado com o que de melhor existe no Douro.

Bom, mas foquemos-nos neste. Quinta de Nápoles... sim, essa Quinta mesmo que conhecem agora. Vinho de ano único - segundo sei - lançado no mercado e pouco comum de encontrar hoje em dia.
Cor ainda escura e nariz com ligeiro lácteo... doce. Rústico nos aromas e muito unidireccional. Pouca variedade aromática. 
Rubi escuro..Bonito com laivos rosados.
Boca mais elegante que os aromas poderiam anunciar... muito polida, com muito volume um ligeiro chocolate que lhe dá muita piada. Acidez qb, mas a fugir.
Em prova cega, ninguém antecipou a idade do vinho... indo os mais arrojados a 2001-2003... mas não, era de 2000.
Respira Douro, com uma falta de contemporaneadade que sabe muito bem! Não tem notas de madeira evidente, sabe e cheira a adega... muito bom! Pena ser muito raro encontrar este perfil de vinho na actualidade.

Provador: Mr. Wolf 

domingo, 4 de novembro de 2012

Bétula 2011

Característica diferenciadora: Frescura

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 16,5

Comentário: Capítulo final da prova vertical... expectativa muito boa depois do de 2010. Cor semelhante. Aromas mais frutados, mais doce. Notas vegetais mais presentes como o de 2009.

Elegante na boca, mas falta evidentemente tempo de garrafa para que o vinho agarre mais.
O denominador comum destes vinhos brancos Bétula (2009, 2010 e 2011) é claramente o caminho seguido fora do mainstream, e ainda bem.

Vinhos com caractér muito próprio, expressão do que o ano proporcionou e o terroir marcou. Não há excessos de madeira, não há "roupas" tropicais. Há vinho feito sem dúvida com cuidado. E o resultado é bom.

Vinho difícil de encontrar na Distribuição, pelo que deverão encontrar em garrafeiras especializadas ao estilo do El Corte Inglés ou Garrafeira Nacional, imagino eu. Mas vale a pena experimentar. É um bom produto.

Provador: Mr. Wolf

Bétula 2010

Característica diferenciadora: Fruta e elegância

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17

Comentário: Na sequência natural da prova vertical de Bétula, abrimos a de 2010. Amarelo ligeiro. Semelhante ao de 2009. Pouco sinal de evolução e oxidação, o que é bom.
Nariz apontado ao copo, na expectativa de continuidade dos aromas vegetais, eis que surgem notas de fruta muito, muito elegante... aqui não reina a banalidade dos excessos de tropicalidade... nem de madeira... é fruta, mas diferente. Marmelo? Não, não é tão doce... maça cozida... pêra! Pêra, madura qb, é isso mesmo!.

Acidez muito bem na prova, sem se sobrepor à textura do vinho, mas a anunciar que está para durar em cave sem problema nenhum. Textura muito boa, sem excesso de fruta, mas com presença expressiva. Muito bom, muito bom mesmo. A comprar e guardar para servir com refeição especial.

Provador: Mr. Wolf

Bétula 2009

Característica diferenciadora: Vegetal

Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 16

Comentário: Cor amarelo "palha" limpo. Leve, sem sinais de oxidação. Leve no copo.
Nariz com aromas muito vegetais, herbáceo. Notas de hortelã.
Na prova de boca é bastante elegante. Tudo é secundário, nada é evidente. Vinho muito interessante, "verde" sem ser ácido. Intenso. Interessante avaliar a evolução em cave mais uns 2 anos.

Vinho provado em prova vertical de 2009, 2010 e 2011.
Provador: Mr. Wolf

domingo, 28 de outubro de 2012

Casa Ferreirinha Reserva 1996

Característica diferenciadora: Classe

Preço: 45€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17,5

Comentário: Abrir uma Casa Ferreirinha é sempre motivo de registo... e esta garrafa bem o merece.

Rolha impecável...o que nem sempre se consegue nas Reserva Ferreirinha. Esta estava notável. Cor rubi escuro, sem estar muito opaco, mas sem estar "acastanhado". Limpíssimo.
Reserva nos aromas... fechado. À medida que o deixamos respirar no copo, aparece a fruta. Vermelha, pisada, amoras. Pisada ainda há pouco tempo... como é possível?
A acidez ainda marca presença evidente, embora este Reserva de 1996 é ligeiramente mais doce do que normalmente, o que não é necessariamente mau. É diferente.

Muito elegante na prova, cheio de fruta delivada alternada com alguma lenha seca. Há medida que lhe damos tempo (quando conseguimos) para respirar mais, a fruta ganha espaço, e neste caso concreto, para deliciosas notas de bolo inglês.

Não se consegue deixar de beber este vinho... ganha corpo, fruta, acidez depois de estar em contacto com o ar. Vinho de muita, muita classe. Obviamente, tendo em conseideração que poderia ser Barca Velha, e apesar do ano ser diferente, mas relativizando com o Barca Velha de 1995, percebe-se porque não é Barca Velha, mas é muito, muito bom.


Provador: Mr. Wolf

Passagem Reserva 2007

Característica diferenciadora: Elegância
Preço: 15€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17

Comentário: Jorge Moreira é sempre sinal de qualidade e cuidado nos vinhos que produz. Este Passagem, diferente na forma como se apresenta (rótulo) do primeiro que bebi, de 2005 acho eu, está pura e simplesmente excelente para beber... fechado ainda como a maioria dos 2007 do Douro estão, este apresenta-se escuro na cor, com cheiro a "vinho".
Notas de fruta secundam o carácter vinoso. Groselha. Na boca é muito elegante, denso q.b. taninos discretos e fantásticas notas de ginja. Como é possível, no Douro Superior (tenho ideia que a Quinta das Bandeiras é no Douro Superior), num ano como 2007 ter esta frescura?
Bom, as notas de rebuçado, concentrado de fruta e muita ginja não param de emanar do copo. Xarope, mas sem ser doçe. É a textura. Tem madeira, mas sem estar muito vincada, o que é bom.

A ver como evolui em cave, mas para já está muito bem. Nos próximos 4 - 5  anos deve ficar excelente.
Provador: Mr. Wolf

Esporão Reserva Tinto 2009

Característica diferenciadora: Consistência e fruta

Preço: 15€

Onde: Distribuição em geral

Nota pessoal: 17

Comentário: Sempre sinal de qualidade. Esporão Reserva, Tinto ou Branco, são dois rótulos que normalmente não enganam o consumidor. Não têem medo de cave, e normalmente quando saem para o mercado estão bons para beber logo. E assim é este de 2009. Cor retinta, nariz de muita fruta madura, ameixas pretas e ginjas. Na boca é redondo. Cheio, doce e com calda de compota de frutos vermelho escuro. Certinho na acidez, ideal para carnes grelhadas e muito bem feito. Excelente produto, que além de muito bom e consistente ao longo dos anos, tem uma distribuição "planetária" de fazer inveja. Parabéns ao Esporão.
Provador: Mr. Wolf

domingo, 14 de outubro de 2012

Quinta da Bacalhôa 2010 Tinto

Característica diferenciadora: Delicioso e com muita classe.
Preço: 15€

Onde: Distribuição em geral
Nota pessoal: 17,5

Comentário: Sempre um excelente produto. Vinho que se pode normalmente pedir na restauração, na ausência de Carta de Vinhos cuidada... porquê? Porque normalmente é muito bom, e mesmo que esteja esquecida, aguenta-se muito bem! Este de 2010, foi assim que o provei este ano, que me obrigou a procurá-lo nas feiras. O vinho está extraordinário. É o melhor Quinta da Bacalhôa que já bebi.
Cor muito viva e nariz muito elegante. Ligeira fruta vermelha, e notas de pimento e especiarias muito envolventes. Na boca, a fruta consegue incialmente sobrepor-se ao lado mais vegetal e picante. É muito guloso. Compotas encarnadas. Quase morangos. Delicioso. Quando a vertente mais vegetal ganha espaço, então o paladar frutado ganha mais espaço e os "picantes" deliciam-nos. É muito bem balanceado. Fica quase "sedoso". Quase não se dá pela acidez. O álcool é imperceptivel e a madeira está muito bem integrada. E o vinho é duma concentração em fruta "no ponto".
Muito, muito bom. E na cave deve melhorar bastante. Mas beba-se já algumas.
Provador: Mr. Wolf

domingo, 29 de abril de 2012

Erva Pata 2006

Característica diferenciadora: Rusticidade e equilíbrio
Preço: 15€

Onde: garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 16,5

Comentário: Aromas directos. Fruta discreta e madeira. Cheira a vinho. Preto na cor ainda. Limpo e brilhante. Polido e rústico ao mesmo tempo este tinto de Arruda. Pouco conhecido, mas terras de tradição de, também, bom vinho. Vinho para a cave e de características diferentes do que se prova habitualmente. Se encontrarem à venda, comprem. Vale a pena conhecer. Vinho para comidas apetitosas.
Provador: Mr. Wolf

sábado, 7 de maio de 2011

Assobio 2009


Região: Douro

Castas:Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca.

Produtor: Herdade do Esporão - Quinta dos Murças .

Álcool: 14%

Enólogo:
David Baverstock e Luís Patrão

Notas de Prova: De cor rubi, com aromas de especiarias e frutos silvestres, fruta nova e acidez q.b


Provador: Serra, Oliveira, Ferreira, Lopes, Nelson, João, Zé.

Classificação Pessoal: 15.5

Valor: Valor Aprox. Calc. 6€

Quinta dos Murças - Reserva 2008


Região: Douro

Castas: Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinta Miúda, Touriga Nacional, Touriga Francesa e Sousão.

Produtor: Herdade do Esporão - Quinta dos Murças .

Álcool: 14%

Enólogo:
David Baverstock e Luís Patrão

Notas de Prova: De cor carregada, com, fruta madura, muito fresco , estruturado e elegante, fazem deste vinho um escolha segura.
P.S.- A H.E apostando no douro mostra mais uma vez que o que faz , é por norma bem feito, e agora no douro temos mais uma prova disso mesmo.


Provador: Serra, Oliveira, Ferreira, Lopes, Nelson, João, Zé.

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: Valor Aprox. Calc. 19€

Catena Alta 2007


Região: Mendoza

Castas: Malbec.

Produtor: Catena Zapata.

Álcool: 14%

Enólogo: n/a

Notas de Prova: De cor quase roxa, um vasto leque de aromas dá a este vinho um prazer olfactivo, muito elegante e bem trabalhado, harmoniosamente perfeito. Uma palavra que o define “impressionante”.

Provador: Serra, Oliveira, Ferreira, Lopes, Nelson, João, Zé.

Classificação Pessoal: 17.5

Valor: Valor Aprox. Calc. 35€

Alma Negra 2007


Região: Mendoza

Castas: N/A .

Produtor: Ernesto Catena.

Álcool: 14%

Enólogo: n/a

Notas de Prova: Um vinho envolto em “Mistério” exuberante nos aromas, na boca mostra uma grande intensidade.

Provador: Serra, Oliveira, Ferreira, Lopes, Nelson, João, Zé.

Classificação Pessoal: 16,5

Valor: (n/a)

terça-feira, 1 de março de 2011

Quinta da Leda 2004

Região: Douro
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.
Produtor: Casa Ferreirinha.
Álcool: 13,5%
Enólogo: n/a

Notas de Prova: De cor bastante escura, nariz vegetal e fruta delicada. Boca quase veludo, mostrando complexidade, com final equilibrado. Primeira garrafa estava estragada... acido e sem corpo nenhum. Não era rolha... mas esta estava clássica e muito bem. Sem duvida um grande vinho, embora diferente dos mais antigos.



Provador: Mr. Wolf

Classificação Pessoal: 16

Valor: 15 a 35€

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Redoma Reserva Branco 2008


Região: Douro

Castas: Vinhas Velhas - Rabigato, Viosinho , Arinto, Codega e Donzelinho

Produtor: Niepoort (Vinhos) S.A.

Álcool: 13%

Enólogo: -

Notas de Prova: Cor amarela, grande complexidade e frescura, aromas de melão e pêssego, a madeira presente, assenta de maneira perfeita, Equilibrado em tudo, fino, e harmonioso, terminando com alguma especiaria. UM GRANDE VINHO BRANCO.

Provador: Klássico

Classificação Pessoal: 19

Valor: 35€

sábado, 16 de janeiro de 2010

Demoiselle Grand Cuvée


Região: Champagne

Castas: ?

Produtor: Vranken

Álcool: 12%

Enólogo: ?

Notas de Prova: Amarelo claro, borbulha muito certinha e com aroma muito floral. Na boca, algum citrino e muito ligeira baunilha. Bolha de muita qualidade e ligeireze. Bom champagne, elegante e diferente.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 17

Valor: 35€

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Poeira 2006


Região: Douro

Castas: Tenho ideia que tem lotes de castas típicas do Douro, que não só as mais populares.

Produtor: Jorge Moreira

Álcool: 14,5%

Enólogo: Jorge Moreira

Notas de Prova: Rolha de muita qualidade e com final já tingido de púrpura. Nariz ainda fechado, apesar de alguma fruta presente nos aromas. Amoras e especiaria. Misterioso e magnético o “nariz” do vinho. Eu pelo menos tenho dificuldade em identificar tantos aromas como os que o copo emana.
Na boca é um espanto. É de facto o palco por excelência para este artista... Cheio, macio, guloso. Tem acidez, muita, muita frescura – não tanto como noutros anos, mas ainda assim ... - e percebe-se logo que o vinho ainda tem muito, mas mesmo muito para dar. À medida que respira, a única coisa que o vinho mantém é equilíbrio e elegância. É muito profundo nos sabores e tem um final muito longo.
Parece-me que o vinho beneficiará (muito) se repousar na garrafeira pelo menos mais 2 anos, diria eu. Notei algumas notas framboesas e frutos silvestres e algum cheiro a café quando é acabado de fazer (café de saco, entenda-se).
À medida que respira ganha mais fruta. Muito bom Poeira. Foram 2 destas garrafas que nos acompanharam na noite de final de ano de 2009.

Provador: Mr.Wolf

Classificação Pessoal: 18

Valor: 30€

domingo, 13 de dezembro de 2009

Bageiras Garrafeira 2005


Região: Bairrada

Castas: Touriga Nacional
e Baga
Produtor: Quinta das Bageiras – Mário Sérgio Alves Nuno

Álcool: 14%

Enólogo: na

Notas de Prova: Muita cor, aroma forte a baga silvestre, austero, algum relevo de taninos, acentuados embora bem inseridos no vinho, um verdadeiro Bairrada, que deverá ter o seu lugar e tempo na cave, pois só deverá melhorar com isso.

Provador: klassico

Classificação Pessoal: 16

Valor: 21€