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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pêra-Grave 2009

Característica diferenciadora: Lustroso...

Preço: 12€

Onde: Supermercados e garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 17


Comentário:  Já andava há muito tempo para provar este vinho. Normalmente apelidado de "muito bom" por quem o bebe regularmente, tem fiéis seguidores... e fidelizar um consumidor deve ser dos maiores desafios actuais neste mercado.
Escolhido para a mesa a par com outros vinhos para acompanhar umas Favas à Portuguesa... 

Frescura nos aromas e tendencialmente preto na cor... 
Peculiar no Alentejo... especialmente se considerarmos que o vinho é de 2009.
Fruta encarnada, fresca e intensa. Tenso o vinho e muito "esclarecido". 
Taninos muito bem enquadrados, vivos ainda, sem incomodar. 
Textura de tinta da china, muito bem na prova de boca, elegante mas ao mesmo tempo muito consistente e "lustroso". 
Frutado, muito especiado e vigoroso qb. Luxuoso. 
Muito bom vinho. Tenho de provar o mais recente.

Provador: Mr. Wolf

Bons Ares 2007

Característica diferenciadora: Juventude

Preço: 10€

Onde: Distribuição em geral

Nota pessoal: 17


Comentário: Escuro, sisudo, misterioso, fresco.
São as 4 palavras que imediatamente explodem no pensamento...porque de facto é tudo isto ao mesmo tempo.
Escuro no copo, que contraria o facto de ter 6 anos de garrafa aproximadamente. 
Sisudo, pois não se mostra logo, mas dá-se a entender.
Especiado nos aromas, ainda que fechado e misterioso... e por fim extremamente fresco quando se bebe.

Bons Ares é uma das Quintas que contribui para o famoso Duas Quintas... (Ervamoira e Bons Ares). Normalmente faz vinhos excelentes e para nós consumidores, traz-nos a magnífica surpresa de ficar muitas vezes esquecido em prateleiras... foi o caso deste, onde o paguei (caro) esquecido num restaurante... mas era de 2007... e era Bons Ares.

Mentolado... Cabernet evidente... tudo bem, é diferente do que esperamos do Douro. Sem problema.
Doce, fresco e equilibrado, apesar do lado vegetal que aparece. Frescura é o mote. 
A dar a volta, para o seu lado mais simpático. Ainda está fechado, mas mantém uma elegância muito apreciável. 
Acidez envolta em muita fruta escura, discreto mas muito persistente. 
Muito bom. Precioso. 
Pena não haver mais na garrafeira. Excelente prova dum grande rótulo de Portugal.

Provador: Mr. Wolf

domingo, 26 de janeiro de 2014

Granja Amareleja Vinhas Velhas 2009

Característica diferenciadora: Amareleja Vinhas Velhas... Adega Cooperativa...

Preço: 12€

Onde: Pontualmente em feiras de vinhos. 

Nota pessoal: 17


Comentário:  Avisa-se já que não é fácil de encontrar... no entanto, vinhos de "Granja - Amareleja" existem na distribuição comum (Jumbo, Continente, etc...) e são sempre bons e fiéis ao perfil. Gosta-se ou não...
Excelente cor. 
Escuro e vivo de opacidade média, cheio de aroma. 
Muita fruta delicada, profundo com algumas notas de eucalipto. Balsâmico.
Prova de boca fulminante. Classe pura. Ligeiro no tanino, perfeito na acidez. Redondo, aplicado na concentração, nada em demasia. 
Equilibrado, doce de tomate, ligeira barrica presente a adocicar, mas sem chatear. 
Muito "fino" mas denso ao mesmo tempo. Característico do que é o bom carácter do Alentejo tradicional. 
Comprar, beber e guardar algumas. 
Muito bom. Perfil peculiar, fora de modas. Mas para quem gosta, como eu, é um tesouro.

Provador: Mr. Wolf

Quinta dos Carvalhais Colheita 2009

Característica diferenciadora: Dão puro contemporãneo.

Preço: 7€

Onde: Distribuição

Nota pessoal: 17

Comentário:  Já o escrevi, mas devia lapidar... 2009 é um ano extraordinário na nossa querida região do Dão. 
Este vinho da Quinta dos Carvalhais é normalmente muito bom. Nesta colheita em particular, tem o seu expoente máximo de todos os anos que já bebi. Não por ser exuberante, por captar os sentidos imediatamente, mas antes pelo equilíbrio com que se apresenta.
Efectuando zoom aos detalhes, a cor tem brilho e opacidade que cativam logo. Reflexos quase púrpura que nos puxam para o copo.
O vinho é muito sedutor. Fumado, especiado, com um toque vegetal, pinheiro, fruta escura quase madura... Tudo equilibrado. Vincado, mas equilibrado. Aromas, promete!
Na prova de boca é consistente com o primeiro impacto. Assertivo e cheio de carácter, com barrica muito bem integrada pois só acrescenta profundidade à prova sem se destacar, é repleto de homogeneidade.Si, está muito bem, "cheio" e homogéneo.
O vinho sabe bem, muito bem. Parece simples, mas não é.
Predispõe-se para quase qualquer prato da nossa gastronomia, pois tem um peculiar equilíbrio entre elegância e rusticidade. Não tem exageros florais, mas nota-se a (boa ) Touriga.
Tem mineralidade que lhe proporciona clarividência da prova, secura (acidez) muito bem dimensionada e taninos "sonsos", que não se apresentam no início, mas estão lá.
Final adequado, homogéneo, nada cansativo.
Granular, denso qb, largo, é um excelente vinho de guarda, onde à confiança pode esperar 6,7,10 anos em que só melhorará de certeza.
Há vinhos mais fáceis e quiçá até mais baratos... Duvido que existam muitos, tão disponíveis na distribuição, grandiosos e de guarda como este. 
Excelente vinho.

Provador: Mr. Wolf


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Adega Mãe Cabernet Sauvignon 2011


Característica diferenciadora: Cabernet Sauvignon cheio de carácter.

Preço: 10€

Onde: Só vi na Adega Mãe...

Nota pessoal: 17


Comentário:  Negro e muito opaco... opaco e muito vinoso. Púrpura escuro, lágrima densa. Aroma de barrica muito vincada, ainda que, sem chatear muito. A barrica é de muita qualidade. Notas também terrosas, vegetais e verdes. No entanto de registo elegante.

Na prova do boca o vinho está muito bem. Assertivo e vegetal, delgado na acidez, ainda bem presente com taninos bem integrados. É um excelente exemplo de Cabernet Sauvignon, uma vez que as características da casta estão lá todas no entanto sem se deixarem exagerar. O carácter vegetal nota-se na prova de boca também. Tem um perfil muito contemporâneo. Parece-me adequado para provar umas garrafas ao longo dos próximos anos a avaliar para onde caminha. Se por um lado tem "tudo no sítio" para prova imediata, existem algumas características que lhe identifico que me suscitam curiosidade para uns anos de cave, tais como a acidez, quase cítrica, o terroso e essencialmente a granularidade.
Muito curiosa também a vertente mineral que o vinho tem. Não é evidente mas aparece explicita no final, acrescentando-lhe cristalinidade. Muito interessante. 
Vinho para acompanhar.

Provador: Mr. Wolf


Quinta das Bágeiras Colheita Tinto 2008

Característica diferenciadora: Baga!

Preço: 5€

Onde: Garrafeiras especializadas e alguma distribuição (Leclerc)

Nota pessoal: 17


Comentário:  Revisitar um Baga de 2008 é sempre motivo de entusiasmo. 
2008 é na minha opinião um dos mais particulares anos desde o início deste século. Por estranho que pareça...  é um ano discreto, pouco dado a exuberâncias, mas extremamente competente, comedido e elegante... Em geral. Talvez porque 2007 foi um ano de muitas promessas e quiçá terá ensombrado o lançamento dos anos seguintes... Até que surge 2009 que outra vez nos projecta as expectativas. Mas 2008 não é expectativa. É certeza. Produziu peculiar elegância, tenacidade e factualmente os vinhos são muito bons. Um baga da Casa Quinta das Bágeiras então...


Cor rubi mate, esbatido e de mediana opacidade. Aromas fiéis e verdadeiros embaixadores aromáticos da majestosa baga. Vincados, mentolados e extremamente potentes. Limpos no entanto. Muito enérgico aromaticamente e estranhamente equilibrado. Directo e assertivo. Não acrescenta muita complexidade, mas o que anuncia é bom. 
Boca muito boa. 
Ténue na acidez inicial, guloso na fruta silvestre e com carácter vegetal muito vincado. Extremamente directo, guloso e com final que termina de forma quente, apenas espicaçado pela acidez que se apresenta nesta fase final.
Excelente vinho, cheio de músculo e personalidade. Perfil muito específico, mas para quem gosta de Baga... é obrigatório ter na garrafeira.

Provador: Mr. Wolf

domingo, 19 de janeiro de 2014

Quinta do Monte D'Oiro Reserva 2003


Característica diferenciadora: Elegância e tenacidade.

Preço: 45€

Onde: Garrafeiras especializadas

Nota pessoal: 18.5


Comentário:  Escolher os vinhos para a Ceia de Natal não é fácil... escolher um vinho para a Ceia de Natal onde também vamos abrir Barca Velha, obriga a redobrada atenção... mas após alguma reflexão, um Quinta do Monte D´Oiro Reserva não comprometerá seguramente. Arrisca-se mesmo a ser protagonista.
Este de 2003 gosto especialmente. O facto de ser de 2003 induz em erro... pode pensar-se nalgum cansaço e "atenuado" pela idade... mas não!
Aberto com parcimónia e protocolo depois de repousada ao alto por 2 dias. Rolha imaculada, de vitrine!
Cor impenetrável ainda, escura e bastante límpido.
Aromas imediatos a lembrar azeite... profundo no entanto e muito balsâmico. Algum chá e ervas secas e depois de respirar um bom bocado, ligeiro doce. Aromaticamente está muito bem.
Na prova de boca é extraordinário na cremosidade e untuosidade com que se apresenta.
A estrutura que o vinha ainda apresenta é estrondosa. Elegante, mas cheio de tenacidade. Os taninos e a acidez estão tão muito bem, vivos e a fazerem-se a sentir ainda sem nunca chatear.
Fruta ténue, com predominância de especiaria e ligeiros aromas terrosos. Picante no palato e impressiona pela persistência final repleta de intensidade. 
É um excelente vinho em que todas as sensações quando se bebe é de equilíbrio e muita suculência. Nada de exageros, nada de "falta-lhe" o que quer que seja... é muito bom tal qual o vinho está... a questão é que é assim desde que saiu para o mercado, apesar de nos primeiros anos ser ligeiramente mais "vincado" nos taninos e mineral.

Puro prazer e 10 anos são 10 anos. É quando um grande vinho se mostra a sério.

Provador: Mr. Wolf


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Barca Velha 2004

Casa Ferreirinha Barca Velha 2004
Característica diferenciadora: Opulência, equilíbrio, intensidade. Majestosa harmonia.

Preço: 200€

Onde: Garrafeiras especializadas e restauração

Nota pessoal: 19.5


Comentário:  Escrever sobre a experiência de beber Barca Velha é para mim sentido como uma responsabilidade e previlégio.
Não é uma referência mundial no mundo dos vinhos que custe 3 ou 4 ordenados mínimos nacionais como vários vinhos Franceses custam... Não cura doenças como muitos dos princípios activos aplicados na indústria farmacêutica...Mas é um símbolo de orgulho nacional.
É uma das marcas de maior retorno e awareness das quais nos podemos orgulhar, não por estruturas de marketing agressivas, mas por ser a prova viva do sonho de um Homem, cujo carisma permitiu que o seu objectivo fosse executado de forma exímia por outros Homens da sua época e perpetuado por décadas.
O sonho de Fernando Nicolau de Almeida de ter um vinho de mesa de referência em Portugal na década de 50, quando as uvas pagavam-se era a produzir vinho do Porto, concretizou-se em 1952. E continua vivo. Assenta o seu sucesso na procura da qualidade superior, acção de tentarmos fazer o melhor que sabemos e darmos tudo de nós nas pequenas coisas que fazemos para produzir este vinho. Não li em lado nenhum, mas imagino que seja assim o espirito. Eu tenho muito respeito e admiração... Muito mesmo, sobretudo por aqueles que ainda hoje acreditam e aplicam a metodologia necessária para exprimir de forma tão suprema a qualidade das uvas e o esforço "das gentes" para o produzire. Vénia.

Uma nota também para quem é responsável pelo acompanhamento enológico. É necessário ser-se muito humilde e extremamente competente para continuar a aventura de Fernando Nicolau de Almeida como José Maria Soares Franco fez e actualmente Luis Sottomayor continua. Seguramente cada um destes actores acrescentou e acrescenta um pouco da sua vida a este vinho, mantendo a tradição viva ao mesmo tempo que o respeito pelo terroir o mantém contemporãneo. E um reconhecimento também à Sogrape por respeitar os pergaminhos do Barca Velha e permitir que se continuem a produzir, investindo e respeitando a marca.

Dito isto, foi com muita satisfação que retirei uma garrafa de Barca Velha 2004 para estar presente na Ceia de Natal este ano. Satisfação e confesso algum receio. Acho que foi o meu presente de Natal a mim mesmo... que é partilhar com quem nos é mais próximo e querido.

Barca Velha impõe respeito... facilmente influencia opiniões só pelo rótulo, para o bem e para o mal... por isso mesmo e felizmente como cá em casa normalmente bebe-se bom vinho, independentemenmte da origem ou preço, não há a preocupação ansiogénica dos convivas de saber o que se vai beber... há um conforto e confiança que será bom e a seu tempo descortinar-se-á, sem estar no centro das atenções. Foi o que aconteceu.
Foi o 2º tinto a ser servido durante a Ceia de Natal. Naturalmente que depois de ouvir as reacções, no seguimento do vinho anterior de muita satisfação também, resolvi em jeito de comentário informar "olha, este é o Barca Velha de 2004 que ainda não tinha provado...", sem sofismas e com um franco sorriso de estar a partilhar o vinho com a família.
Mas confesso que existia o receio de o perfil do vinho ter mudado e não ser próximo daquele que em meu entender foi dos mais míticos anos que provei Barca Velha: 1995. É sem dúvida a minha referência.
Tinha receio que se tivesse alterado. Estava na realidade diferente em 1999 e o de 2000 só o provei uma vez. Mas este não estava diferente da minha referência de Barca Velha. Era apenas mais jovem este de 2004... mas para quem gosta, e eu tenho a sorte de gostar deste perfil, este tem tudo de Barca Velha. Fiquei feliz. Muito feliz.

Quem procura vinhos escuros e densos, aromaticamente exuberantes, não gaste dinheiro em Barca Velha. 
Pode comprar 5 ou 6 caixas de vinho com o preço duma garrafa e tem mais sensações de adrenalina. Aqui é mais serotonina.

Rubi muito bonito de opacidade média. Muito brilhante, lustroso.
Aroma Ferreirinha, mas ao contrário do que costuma ser mais "clássico", este está muito quente e envolvente...Mais do que é habitual. Guardo muito boas memórias de 1995... É o mais parecido, na minha opinião, com este. Ainda bem. Mas a minha experiência com Barca Velha é parca... Apesar da maravilhosa prova vertical que efectuamos há 4 anos atrás, essencialmente porque em redor das garrafas estava um bom grupo de amigos... mas de resto, só esporadicamente o bebo. Mas este imediatamente transportou-me para essa noite em que provámos 8 anos à mesa com 8 amigos.
Aromas de sedução pura, num misto de ervas quentes... aromas quentes de verão de alfazema. Extremamente delicado, profundo e especiado também. Nada de notas de álcool, muito persistente onde nada está em demasia nos aromas. Dá vontade de "aspirar" o vinho com o nariz... se tivesse de o efectuar alguma vez e pudesse escolher, era com Barca Velha que experimentava,
Falsamente evoluído na entrada de boca, pois a acidez está lá. Pimenta branca, muita largura na prova, estonteante para os sentidos. Tem muita largura e muito comprimento. É a forma mais coerente com que consigo descrever a sensação. Mineral qb mas leve como o mercúrio.
Verde ainda...no limiar de "estar a ficar maduro", à medida que respira, ganha jovialidade. Pujante apesar de usar cetim no toque, tenaz, crocante nos aromas, crepitante na boca. Potentíssimo. Fresquíssimo, final muito longo e crescente. Novíssimo. 

À medida que evolui, manifestam-se com maior destaque aromas e frescura de ervas aromáticas, estilo lavanda. Muito fresco. Muito fino, ao mesmo tempo que muito complexo. No limite do quase doce, mas duma tonicidade e capacidade de refrescar o palato impressionante. Perdoem algum discurso estilo telegráfico, mas o vinho é assim. De forma telegráfica, produz-nos sensações extremamente claras, clarividentes, e deliciosas... nunca usei, mas se comparasse com um telegrama, seguramente seriam boas notícias.
O que o distingue da grande maioria de grandes vinhos que produzimos em Portugal é que o vinho nunca cai durante a prova em momento nenhum. É como se fosse um motor (potente) dum carro, que disponibiliza a muita potência que tem, de forma sempre muito progressiva mas sempre potente, com binário desde a rotação mínimo até à máxima. No entanto, sem o mínimo solavanco. 

Sempre lato nas sensações que produz, vasto na persistência e muito, muito, muito equilibrado. Se atentarmos no pormenor de ter 9 anos... calibra-nos o nosso imaginário de longevidade nos vinhos. É impressionante.
Fruta vermelha densa, muita frescura balsâmica, especiado qb e os 16 meses de barrica que estagia... nem se dão por eles, tão plena que é a integração no vinho da barrica (75% barrica nova e 25% usada)
Na minha opinião ainda está a "arrefecer"... a "apurar"... vai seguramente melhorar muito nos próximos anos.
É talvez dos melhores Barca Velha que já bebi... Mas felizmente ainda não bebi muitos. Sou novo... Mal seria. 

Este lote segundo a informação que investiguei na ficha técnica é composta por 40% de Touriga Nacional, 30% Touriga Franca, 20% Tinta Roriz e 10% Tinto Cão. Escolhidas as melhores uvas de diferentes altitudes do Douro Superior, cachos colhidos à mão e desengace total. Vinificado na sofisticada adega da Quinta da Leda, seguiu todo o preceito como se pode imaginar de cuidado loteamento, provas obsessivas na busca dos melhores equilíbrios antes de engarrafadass, até que segue em descanso para lançamento no mercado onde é possível compreender o porquê de se provar colheitas sempre com mais de 7-8 anos, mas que resultam em tanta harmonia.As que não se aproximam da perfeição... ficam Reserva Especial! Que também não é nada, nada mau.

Acabei bem o difícil ano de 2013. Entro em 2014 a escrever para que seja bom prenúncio.

Provador: Mr. Wolf